Nietzsche o último discípulo do filósofo dioniso

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Em plena Idade Média, ainda era possível testemunhar manifestações públicas de exaltação ao deus da embriaguez entre camponeses que trabalhavam na produção de vinho em regiões do Império Bizantino. Durante o processo da pisa da uva, por exemplo, eles preservaram a tradição de gritar o nome da divindade – Dioniso!. Em represália a esta prática, o Concílio de Trullo – realizado em Constantinopla, entre 691 e 692 d.C. – determinou a proibição da reverência ao deus pagão. Entre os 102 cânones que compõem a ata do referido concílio, o cânon 62 advertia que estas e outras práticas ligadas à cultura dionisíaca deveriam ser completamente extirpadas do modo de vida dos fiéis. As interdições às práticas dionisíacas formalizadas pelo cânon cristão nos remetem, de chofre, ao embate a que Nietzsche faz referência no final de sua autobiografia, o Ecce Homo – Fui compreendido? – Dioniso contra o Crucificado. Ora, o que o autor, de fato, tinha em mente ao se referir à oposição entre Dioniso e o Crucificado? No livro que agora vem a lume, tentamos oferecer uma interpretação acerca da concepção nietzschiana de filosofia dionisíaca por meio da elucidação de suas relações com a religiosidade dionisíaca dos gregos antigos..

Dados do Livro

AutorJoão evangelista tude de melo neto
EditoraEditora ideias & letras
Número de Páginas208
EAN/ISBN9788555800757
DimensõesPeso (kg) 0.230 | AxLxC (cm) 1.00x14.00x21.00
ISBN 108555800757
Ano da Edição2026
Data Publicação25/06/2026
Edição1
SituaçãoDisponível
EncadernaçãoBrochura
IdiomaPortuguês
  • VTEX

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